domingo, 11 de setembro de 2016

Tempo é dinheiro? Tempo é viver.








Tempo é dinheiro? Tempo é viver.

Noticias que ventilam de barlavento a sotavento nos diz que pelo desejo da classe empresarial brasileira (FIESP) diversas mudanças seriam necessárias.

São noticias ventiladas porque ninguém assume de fato a certeza, todos insinuam, mas não determinam.

Sugerem as lideranças das classes empresariais que para voltar a crescer (aumentar lucros) é necessário mudar as legislações trabalhistas do país.

A proposta anunciada sutilmente por alguns órgãos de mídia seria: acabar com a CLT, FGTS, férias, 13º salário de fim de ano e mais recentemente as tradicionais 8 horas de trabalho com suas respectivas horas extras pagas.

Entre as muitas pérolas se fala no fim do SUS e do INSS, em contra partida seria tudo isso substituído pela iniciativa privada que no lugar criaria um sistema todo baseado em seguro saúde com convênios médicos hospitalares particulares e os bancos promoveriam um sistema de aposentadoria privada (algo como a pobre poupança).

Como o tema é delicado não se pode anunciar tudo de uma vez para o grande povo em especial as classes trabalhadoras, pois haveria uma comoção social e a ruptura seria quase que instantânea (greves, passeatas, descrença na classe política legislativa etc.).

Dizem eles os empresários que há uma crise, essa parte cabe ao setor de imprensa e diversas mídia; serem os arautos dos novos tempos (tempos do golpe) que deverão preparar a opinião publica para aceitar tudo que se pretende timidamente criar como lei para o povo.

A principio dizia à imprensa que a crise era local e a culpa era do governo (Governo Dilma), agora com o novo mandatário golpista no poder; a mídia diz que a crise que era antes local agora é internacional, embora sempre fosse uma crise econômica internacional.

Sem CLT não haverá necessidade de Justiça Trabalhista. Livrando o empresariado de muitos processos na justiça e enxugando a maquina do governo com menos repartições pública do judiciário trabalhistas. Já para o povo não haverá onde recorrer e a injustiça e o prejuízo será grande.

Sem FGTS não haverá a segurança para o futuro próximo no caso de desemprego ou a garantia de poupança para o caso de aposentadoria, mas o mais grave é que o FGTS é a base do financiamento da casa própria. Isso significa que é o fim dos projetos de casa própria para a população mais carente em geral.

A palavra chave que esconde tudo é FLEXIBILIZAÇÃO, haveria leis mais flexíveis que permitiria uma negociação ampla entre patrões e empregados. Só não falaram que em tempos de desemprego não há o que negociar. Diz o patrão: - Ou aceita os meus termos ou vai embora, pois lá fora há uma fila imensa de desempregados que aceitam tudo pela metade do seu salário.

Negociar pressupõe-se abrir mão de algumas situações e fazer concessões dos dois lados obtendo assim um acordo (um tratado de coração).

A lei só flexibiliza para o empresariado, mas os empresários não são flexíveis, portanto nunca haverá um acordo, só imposições.

A gota d’água é a recente tentativa via mídia de anunciar as mudanças nas jornadas de trabalho de 8 horas para 12 horas de trabalho.

Bom! Se um trabalhador sair de casa e levar uma hora (1h) para chegar no serviço, quando voltar será mais uma hora, logo perdeu duas (2) horas só no trajeto de ida e volta.

Somando isso a uma jornada de 12 horas, como esta sendo proposto, logo já se foi 14 horas fora de casa e ai tem uma hora para almoço, portanto serão 15 horas de casa até a empresa com a volta no final do dia.

Considera-se que a media saudável para se dormir, pois ninguém é de ferro: são 8 horas.

Tudo isso resulta em uma soma de 12h mais 2h, mais 1h, mais 8h: resultando em 23 horas.

Sobrou então uma (1h) hora para se viver, amar e conviver com as pessoas mais queridas.

Então se diz que tempo é dinheiro e digo afinal que tempo é vida.

No governo Temer e para a FIESP, o brasileiro não viverá, só vegetará.



Sítios sobre este tema:




sábado, 27 de agosto de 2016

A era Lula e Dilma VI.











A era Lula e Dilma VI.

O QUE MUDOU NO BRASIL DE 2002 A 2015.


ENERGIA:


Fonte: http://www.viomundo.com.br/imagem-do-dia/a-usina-eolica-da-pedra-do-sal.html (foto: LCA).
Estamos concluindo a 3ª, a 4ª e a 7ª maiores hidrelétricas do mundo ao mesmo tempo: Jirau e Santo Antônio (em Rondônia) e Belo Monte (no Pará);
Essas novas hidrelétricas já são do tipo “lamina d’água”, que reduz o alagamento;
As redes elétricas regionais foram interligadas, integrando o sistema nacional;
Para interligar e ampliar o sistema, foi construído o dobro das linhas já existentes;
Para atravessar o Rio Amazonas, foram feitas 2 torres do tamanho da torre Eiffel;
Com o sistema integrado não faltou energia, nem com a maior seca de 85 anos;
Não faltou, mesmo com o consumo tendo crescido 73%, de 2002 a 2014;
Foram construídas várias usinas termoelétricas;
O potencial de energia eólica foi multiplicado por 8; são 112 novos campos;
Cerca de 30% da produção do nordeste já é de energia eólica;
Criou o programa Luz Para Todos, que atendeu mais de 15 milhões de pessoas;
Do Pré Sal já sai 950 mil barris/dia. Um dos maiores investimentos do mundo;
Em 12 anos dobramos a produção de petróleo conquistada em 50 anos;
A produção de gás é 5 vezes maior do que em 2002;
A Petrobras construiu 23 plataformas novas e 45 navios;
Ampliou e reformou todas as refinarias e construiu uma nova em Pernambuco;
Está em construção em Itaboraí – RJ um dos maiores e mais modernos polos petroquímicos do mundo, que reduzirá a importação de manufaturados;
O regime de exploração agora é o de “partilha” e não mais o de “concessão”.
Criamos o Bio Diesel e criamos uma gasolina e um diesel menos poluentes;
De 2002 p/ 2009, o investimento da Petrobras subiu de U$ 5 bi para U$ 40 bi/ano;
Depois de quase 20 anos só no alicerce a Usina de Angra III está em conclusão.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A era Lula e Dilma V.








A era Lula e Dilma V.



Exoesqueleto: Foto Diego Rousseaux



Nenhum país no mundo se desenvolve e avança para o futuro sem conhecimento científico.


É condição básica para uma nação se modernizar e crescer em todos os níveis. A exemplo das grandes nações desenvolvidas onde a pesquisa científica no campo da tecnologia é privilegiada o governo Lula e Dilma com todas as dificuldades e sabotagem que sofreu procurou valorizar essa área.
Para que possamos explorar o nosso Pré-Sal, termos uma Forças Armada moderna para nossa defesa e necessidades, para alcançarmos a excelência na produção e lançamento de satélites cujas consequências é melhorar a vida do povo em relação as comunicações em geral. Tudo passa pelo avanço nas pesquisas científicas e tecnológica.
Logo abaixo temos uma relação dos principais feitos e progresso surgidos do esforço do governo dos trabalhadores em buscar nossa independência tecnológica e científica.


As mudanças no Brasil de 2002 A 2015.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA:

Criamos a 4ª TV digital do mundo, que vem sendo adotada na América Latina;
Saímos de menos de 1% das invenções do mundo para 2,5% (150% a mais);
Estamos construindo dois submarinos nucleares, com aquisição de tecnologia;
Foi construído um gigante e moderno estaleiro de submarinos;
Adquirimos 36 aviões de caças modernos da Suécia; e terá produção no país;
Desenvolvemos um avião Hércules (para transporte militar); só 5 países o fazem;
A EMBRAPA ganha fama e avança desenvolvendo uma agricultura inovadora;
Criamos, com o sistema ‘S’, 60 centros de tecnologia e 26 centros de inovação;
O Brasil já é o 43º Pais na classificação mundial de inovação; era o 60º;
O número de registro de patentes subiu tanto que o INPI teve de ser ampliado;
Foi reconstruída a nossa Base de lançamento de foguetes e satélites de Alcântara;
Revogado o acordo de FHC para Alcântara. Lá Só se entrava se os EUS deixassem;
Está em conclusão uma antena p/satélites em Brasília, que cobrirá todo o País;
Está em conclusão um cabo ótico submarino p/a Europa, sem passar pelos EUA;
Desenvolvemos a nova tecnologia de extração do Pré Sal (até 7 km profundidade);
Em 2015 fomos campeão mundial da feira tecnológica em número de medalhas;
Enquanto o mundo cresceu 183% nas exportações o Brasil cresceu 307%;
Desenvolvemos a tecnologia “lâmina d’água” para barragens de hidrelétricas, que reduz o alagamento a cerca de apenas 20 a 25% de antes.